sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Influência do significado na Primeira Vogal

Mônica Buonfiglio
Podemos ter uma idéia da personalidade das pessoas através da primeira vogal donome. lembrando que as vogais são: a, e, i, o,u.
VOGAL A
Se você tem na primeira vogal a letra A, é extrovertido, franco e revela uma ambição e temperamento muito forte. Honesto de um modo tão seguro, que provavelmente deixa qualquer um em desvantagem. Adora ser envolvido. Afetuoso e alegre quando provocado poderá ser áspero ou descortês. Recebe amor e adulação como algo a que tem direito; é do seu merecimento, por transmitir tanta alegri para o mundo. Jogos de sorte o atraem. Cuida muito da apar~encia e não gosta de sentir que os anos estão passando, chegando à velhice. Não tem medo de nada e não gosta de ser passado para trás. Faz o que quer e bem ou mal nunca dexa de ser notícia. Tene a intimidar aqueles que se atrevem a desafiá-lo. Raramente mede palavras. Não tem problemas psicológicos profundos porque expressa suas opiniões abertamente. Nunca duvida de si mesmo.
VOGAL E
Associado as pessoas joviais, rápidas e espertas, tanto mental como fisicamente. Carismáticos, emotivos, intuitivos, carinhosos, romãnticos, nervosos e inseguros. A lógica não os atrai muito. Às vezes imaturo, acredita em tudo e em todos. Adora ouvir palavras de sabedoria agarrando com unhas e dentes qualquer conselho ou palavra bondosa, embora isso não signifique que irá aceitá-la.
Suas maiores fraquezas são a precipitação e a indecisão. Faz várias coisas ao mesmo tempo e não termina nada.
Adora o público. Criativo e requisitado é o centro das atenções. Pode seguir qualquer carreira que o coloque diante do público. É magnifico para se expressar, seja falando ou escrevendo.
É versátil e conhece todos os assuntos. Livra-se da responsabilidade com diplomacia. Tem facilidade em ganhar dinheiro, mas gasta tudo na primeira loja que encontra. É uma pessoa do mundo, um andarilho.
VOGAL I
Esta vogal simboliza a graciosidade, boas maneiras, julgamento sensato, bondade e sensibilidade. Raramente é sovina no que se refere ao relacionamento familiar. Paga para nõ entrar numa briga.
É um anfitrição maravilhoso. Será o melhor dos amigos, contanto que tenham o cuidado de não exigir muito dele. Geralmente não percebe as intenções maldosas dos seus inimigos.
Extremamente voluptuoso e sensual. Notavelmente limpo preocupa-se com sua higiene pessoal É um psicólogo nato. Verdadeiro amigo da família, permite que todos expressem livremente suas opiniões. Se mulher, é do tipo chorona e às vezes chantagista.
Um bom gourme, está sempre experimentando guloseimas que ele mesmo prepara; seu maior hobbie. Altamente intuitivo, "sente no ar" algo ruim que esteja para acontecer.
VOGAL O
Sob uma aparência modesta, porém correta, a pessoa com a primeira vogal O em seu nome, abriga uma mente lógica e resoluta. Sua inteligência e habilidade estão encobertas por uma fachada eservada e pouco expansiva. A dignidade e moralidade o impedirão de recorrer a meios desonestos para atingir seus objetivos. Observador e compreensivo, tem por objetivo defender causas sociais dignas; sua moral é da mais elevada ordem. Anota mentalmente todos os seus erros e progressos e, por esta característica, torna-se muito estimado e popular.
Ama de todo o coração. Muito atencioso, não sabe disfarçar suas emoções. Busca a harmonia universal. Dotado de incrível paciência, trabalha firmemente em uma coisa de cada vez. organizado, detesta discussões. É asseado, físico e mentalmente. O relacionamento sentimental é muito equilibrado. Bom gosto é sua palavra-chave.
VOGAL U
Desembaraçado, move-se com graça, elegância e refinamento. Tem tudo para ter sorte na vida. Não gosta do sofrimento humano e da sua forma, a vida é feita para viver as mais belas emoções. Superimaginativo, destaca-se nas artes em geral. É admirado por sua inteligência.
Está sempre elogiando as pessoas e cercado de bons amigos. É alguém que sabe viver e aproveitar a vida; e está disposto a deixar que as pessoas vivam em paz também. Está sempre de bom astral. Otimismo é sua palavra-chave. Possui vontade firma e autoconfiança quase narcisista. Não escolhe suas amizades; pelo contrário; é sempre assediado por pessoas que gostam de estar com ele.
Ser incomoado é algo que o aborrece. Sempre se esforça para ser gentil, mesmo com seu pior inimigo. Bon vivant, amigo da dança e da música. Excêntrico e pode brilhar cedo na vida, principalmente nos meios de comunicação.

domingo, 26 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Procurando Idéias

Roberto Shinyashiki

Para ter ideias, você precisa se informar. Se você não estudar, se você não pesquisar, chega uma hora que a sua fonte seca e suas ideias acabam, ou se tornam medíocres.

Se você quer chegar ao topo, seja lá no que for, e quer se manter lá, uma das coisas mais importantes é saber onde buscar as suas ideias.

Então, deixe-me perguntar-lhe: Qual foi a última vez que você buscou novas ideias? Onde você as buscou? Que tipo de ideias eram essas?

Você tem estudado? Você tem lido? Você tem alimentado o seu cérebro com coisa boa?

Ter boas fontes para alimentar suas ideias é fundamental. Simplesmente porque novas e boas ideias são fundamentais em tudo o que nos propomos a fazer.

Você precisa conhecer os fundamentos daquilo que ensina, daquilo que fala, daquilo que prega, daquilo que busca. Ou então você vai ter dificuldades de atingir seus objetivos.

Muitas vezes a gente olha as ações dos outros, que já têm sucesso, mas não olha o que alimenta essas ações. É preciso boas ideias para alimentar o seu sucesso.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

INCERTEZA

Sinto que dois dos maiores presentes que recebemos do Criador são a flexibilidade e a capacidade de mudanças.
Imagine se soubessemos tudo que iria acontecer em nossa vida - isso seria um tédio, não é verdade?


A beleza desta vida, neste mundo, é saber que daqui a pouco pode acontecer alguma coisa que mudará a direção de nossa vida.


Na verdade devemos aprender a amar as mudanças, já que é a única certeza que emos - alguma coisa vai mudar.



Da Razão ao Coração - Tadashi Kadomoto

quarta-feira, 18 de agosto de 2010




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O Relacionamento

O relacionamento humano é um mistério.

E, por existir entre duas pessoas, depende de ambos.

Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado.

Justamente pelo encontro, um novo fenômeno que não existia antes, quenunca existiu, vem à existência.

E por esse novo fenômeno as duas essoas são mudadas e transformadas.

Não relacionado, você é de um jeito: ao se relacionar, imediatamente torna-se diferente.

Uma coisa nova aconteceu.

Uma mulher, quando se torna mãe, não é mais a mesma.

Um homem, quando se torna pai, não é mais o mesmo.

No momento em que a criança nasce, a mãe também nasce.

Ela não existia antes. A mulher existia, mas a mãe não. E uma mãe é algo totalmente novo.

O relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria.

Duas pessoas se encontram, isso significa que dois mundos se encontram.

Não se trata de algo simples, aliás, isto é muito complexo, é o que há de mais complexo.

Cada pessoa é um mundo em si mesma, um complexo mistério com um longo passado e um futuro eterno.

No começo, apenas as periferias se encontram.

Mas, se o relacionamento cresce intimamente, se fica mais próximo, mais profundo, então, pouco a pouco, os centros se encontram.

E quando so centros se encontram, nasce o que chamamos de Amor.

Quando apenas as periferias se encontram, há na verdade uma familiaridade. Você toca a pessoa pelo lado de fora, só no contorno, então fica familiazrizado.

Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor.

E fica em uma ilusão.

Familiaridade não é amor.

O amor é muito raro.

Encontrar uma pessoa no seu centro é passar por uma revolução em si mesmo, porque, se você quiser encontrar o centro do outro, terá de permitir que o outro ambém chegue a seu centro.

Consequentemente terá de tornar-se vulnerável, absolutamente vulnerável, aberto.

É arriscado.

Permitir que alguém chegue a seu centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que a pessoa fará.

E quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto se torna visível, quando você tiver se exposto completamente, nunca se sabe o que essa outra pessoa fará.

Neste momento o medo surge. E eis um dos motivos porque nunca nos abrimos.

Basta uma familiaridade e já pensamos que o amor aconteceu.

As periferias se encontrma, e pensamos que nós é que nos encontramos.

Você não é sua periferia.

Na verdade, a periferia é o limite onde você termina, apenas a cerca a seu redor. Isso não é você!

Até mesmo os maridos e as esposas que viveram juntos por muitos anos podem ser apenas familiares.

É possível que não tenham conhecido um ao outro.

E quanto mais você viver com alguém, mas se esquece de que os centros continuam desconhecidos.

Portanto, a primeira coisa a ser compreendida é: não confunda familiaridade com amor.

Você pode fazer amor, pode estar sexualmente relacionado, mas o sexo também é periférico.

A menos que os centros se encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos, não é um encontro.

O sexo também permanece na familiaridade física, corporal, mas ainda familiar.

Você só permite que alguém entre em você, em seu centro, quando não está com medo, quando não está temeroso.





"Da Razão ao Coração" - Tadashi Kadomoto